Quem me conhece, sabe que eu não gosto de rótulos, muito menos musicais - música é música e os únicos "estilos" são a boa e a má música.
No entanto, para melhor se entender do que se fala, vou abrir uma excepção, e partilhar um género que surgiu há uns anos atrás e que está a crescer a olhos vistos, dentro do estatuto de "culto" - o "atmospheric hardcore".
Iniciado pelos Neurosis (uma das minhas bandas top 10), este tipo de som ganhou vários seguidores no circuito americano (e não só) que, não se limitaram a clonar o som dos Neurosis, mas sim a expãndi-lo a novas fronteiras sonoras e ambientais.
Recentemente, conheci um desses seguidores, os Rosetta e neste fim de semana, a minha curiosidade fez-me pesquisar e procurar mais alguns. Além dos óbvios Isis e Cult of Luna (que já conhecia, mas pouco), travei conhecimento com os Callisto, Deadbird, Mouth of the Architect, Pelican, Rwake, Year of No Light e, a grande surpresa, os Minsk. Estes últimos destaco pela expansão que deram ao som, incluindo percussões tribais, ambiências folk e até saxofone que corta completamente com tudo o que se ouviu até hoje - mais uma banda a juntar à playlist do dia-a-dia.
Para quem não conhece, este tipo de sonoridade caracteriza-se por um metal mais experimental, arty, envolvente, atmosférico, psicadélico, sujo, cru, alternativo, com ritmos lentos, arrastados, obsessivos, voz gritada e distante. Díficil de entrar à primeira, é para se ir ouvindo e digerindo aos poucos, mas mal entre... fica para sempre.
Ficam alguns destaques:
No entanto, para melhor se entender do que se fala, vou abrir uma excepção, e partilhar um género que surgiu há uns anos atrás e que está a crescer a olhos vistos, dentro do estatuto de "culto" - o "atmospheric hardcore".
Iniciado pelos Neurosis (uma das minhas bandas top 10), este tipo de som ganhou vários seguidores no circuito americano (e não só) que, não se limitaram a clonar o som dos Neurosis, mas sim a expãndi-lo a novas fronteiras sonoras e ambientais.
Recentemente, conheci um desses seguidores, os Rosetta e neste fim de semana, a minha curiosidade fez-me pesquisar e procurar mais alguns. Além dos óbvios Isis e Cult of Luna (que já conhecia, mas pouco), travei conhecimento com os Callisto, Deadbird, Mouth of the Architect, Pelican, Rwake, Year of No Light e, a grande surpresa, os Minsk. Estes últimos destaco pela expansão que deram ao som, incluindo percussões tribais, ambiências folk e até saxofone que corta completamente com tudo o que se ouviu até hoje - mais uma banda a juntar à playlist do dia-a-dia.
Para quem não conhece, este tipo de sonoridade caracteriza-se por um metal mais experimental, arty, envolvente, atmosférico, psicadélico, sujo, cru, alternativo, com ritmos lentos, arrastados, obsessivos, voz gritada e distante. Díficil de entrar à primeira, é para se ir ouvindo e digerindo aos poucos, mas mal entre... fica para sempre.
Ficam alguns destaques:

... esqueceste-te aqui de um nome nesta lista... Berzerker eheheheehehe :)
ResponderEliminarAh, sim, Berzerker... essa banda calminha, atmosférica... claro! :-p
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